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Notícias 19/6/2018 15:31:26 » Por Augusto do Jornal

Dias melhores para os brasileiros

Nosso próximo presidente e a próxima formação do Congresso Nacional terão que ser compostos por gente nova, compromissada em fazer diferente, em proporcionar dias melhores para os brasileiros




Por Augusto do Jornal

O fim da era do presidente Michel Temer e de seus aliados está bem próxima. Em outubro, os eleitores brasileiros vão comparecer às urnas para eleger pessoas em condições de dar uma virada na vida da nação. A tarefa é difícil, mas não impossível!

Hoje, o que se observa nas ruas é o retrato de um povo desanimado, pessimista, sem esperança de futuro. Nem a seleção de futebol canarinho empolgou a torcida. Isso é resultado das crises na economia, na política, na vida social. Altera até o humor das pessoas.

E os números são prova dessa apatia geral. Entre os desempregados, há quase 14 milhões de brasileiros. Outros 14 milhões estão subocupados, ou seja, trabalham um número de horas insuficiente para prover suas necessidades e de suas famílias.

Para quem está empregado, a realidade também não é das mais favoráveis. Sobra ociosidade em boa parte das empresas, o risco do desemprego é constante, o poder de consumo caiu – pois a inflação é alta para comprar o mínimo necessário.

Temer e seus asseclas contribuíram muito para o Brasil estar desse jeito, ou melhor, sem jeito. Através da aprovação da PEC do Teto dos Gastos, deputados e senadores congelaram os investimentos públicos em Saúde e Educação por 20 anos e o reajuste do Salário Mínimo se dará somente se o governo não cumprir a meta de gastos no ano anterior.

Pra prejudicar os trabalhadores e favorecer os patrões, Temer fez mais maldades. Aprovou uma Reforma Trabalhista com a redução de inúmeros direitos previstos na CLT e na Constituição Brasileira. Malandramente, o governo atacou as atividades sindicais para deixar os trabalhadores desprotegidos nas negociações coletivas, nos conflitos trabalhistas; esvaziou as ações judiciais contra os maus empregadores; gerou insegurança para todos.

E como outra prova de sua incompetência, Temer enviou recentemente ao Congresso a Medida Provisória 841, que transfere recursos da Loteria Esportiva destinados ao Esporte e à Cultura para a Segurança Pública. A incapacidade de controlar a violência faz o governo cometer tais burrices.

Michel Temer só não fez o verdadeiro enfrentamento que beneficiaria muito os brasileiros: contra os bancos e a política de juros extorsiva que rouba todo o mês milhões de reais do bolso dos mais pobres, da classe média. Os últimos governos também se calaram diante disso, já que foram os bancos e as grandes empreiteiras seus grandes financiadores eleitorais.

Nosso próximo presidente e a próxima formação do Congresso Nacional terão que ser compostos por gente nova, compromissada em fazer diferente, em proporcionar dias melhores para os brasileiros. Primeiro será preciso retomar os direitos dos trabalhadores perdidos durante a Reforma Trabalhista; implantar uma política de valorização do Salário Mínimo; recuperar o poder de compra dos trabalhadores, dos aposentados; gerar novos empregos;  diminuir os juros bancários, tanto dos bancos públicos quanto dos privados; aumentar os recursos para a Educação e a Cultura, entendendo que o país será menos violento se melhorar a vida dos jovens; combater a violência com políticas preventivas de Segurança Pública; priorizar a Saúde da população com medidas de valorização do SUS.

O Brasil precisa caminhar em outra direção!

José Augustinho dos Santos, o Augusto do Jornal, é presidente do SEECMATESP, 2º vice-presidente da FETHESP,  diretor nacional de Finanças da CGTB, e pré-candidato a deputado federal pelo PPL


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